sábado, 6 de fevereiro de 2010

O Entrudo Transmontano - Reconhecimento do Trilho

Alegremente realizamos o reconhecimento do trilho. Gostamos daquilo que vimos e do que sentimos. A Albufeira a transbordar de água límpida e fria. O percurso muito bem cuidado. Toda a zona envolvente da paisagem protegida da albufeira do rio Azibo, mesmo em pleno Inverno, é indiscutivelmente um local acolhedor. Nesta altura, será porventura bem mais calmo, despido e descolorido, mas mantêm-se singularmente belo e particularmente atraente. Santa Combinha, aldeia rodeada de água, continua arrumada, limpa e airosa.
Ao longe, espreitava entre as nuvens, o Sol, e por trás da vegetação, Podence. Estava orgulhosamente feliz por poder partilhar com os visitantes o seu ancestral e peculiar Entrudo. Notei, com agrado, uma aldeia em franco desenvolvimento. Penso que tal, se deve à forte promoção e divulgação que as suas gentes e designadamente a sua Associação, tem incrementado tanto no nosso país como no estrangeiro, sobre a componente patrimonial e cultural do fenómeno dos Caretos.
Recebidos com a habitual hospitalidade transmontana, "afinamos" com o Presidente da Associação do Grupo de Caretos de Podence - Exmo. Sr. António Carneiro - os últimos detalhes para o nosso evento do dia 14, o que desde já agradecemos. No final, ainda podemos degustar, no Restaurante Panorama, deliciosas iguarias da região.
Ficam alguns registos fotográficos.
Sitio dos Caretos de Podence
Inclui o programa completo
A harmonia
O convidado
Santa Combinhadescendo... ...E subindo As novas botas do nosso amigo e companheiro Joaquim Almeida! O desejo e a força O trilho

Tesouradas
Olhares O almoço
Abraços A Capela "plantada" no meio da ruaA caminhada O observatório de aves e patos
ReflexosEspelho Silhueta A equipa de reconhecimento

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O ENTRUDO TRANSMONTANO 14 Fevereiro














Fazer chegar até si esta mensagem é gratificante.
A sua companhia no dia 14 (Domingo) constitui um privilégio.

Designação: O Entrudo Transmontano
Dia:14.02.2010 (Domingo)
Hora : 10:00
Local : Barragem Azibo
Distância a percorrer: 6 Km
Dificuldade: Baixa
Declives pouco acentuados
Hora e local de Encontro:07:00 Efacec (Parque C)

Data limite das inscrições: 11.02.2010

Taxa de Inscrição:
Sócios: 5 €
N/sócios: 10 €
Taxa de inscrição inclui:
- Transporte
- Lembrança Regional.
- Enquadramento Técnico/Logístico

Emails: secretaria.adefacec@efacec.com
manuel.maia@efacec.com
f.beca@efacec.com
Telf: 917449907;917159204;229562433

Esta actividade terá a parceria dos nossos amigos:
Restauradores da Granja.
Azibo - A sublimidade
Albufeira do Rio Azibo
Construída em 1982, encontra-se situada no concelho de Macedo de Cavaleiros, Distrito de Bragança, entre as freguesias de Salselas, Vale da Porca, Santa Combinha e Podence. A Barragem do Rio Azibo tem uma construção em "terra batida" e serve sobretudo para o abastecimento das áreas agrícolas do concelho, assim como para o abastecimento de água potável às freguesias. Possui uma praia fluvial , com Bandeira Azul e é um local muito procurado turisticamente, sobretudo pela pesca (Lucio, Carpa e Achigâ) mas também pela caça. Aspectos de índole científica, cultural, histórica e paisagística fazem da albufeira do Azibo uma área a proteger, mas na qual se justifica permitir a sua utilização pelas populações das regiões envolventes, designadamente para a realização de actividades de recreio e lazer ao ar livre. Por constituir um repositório de vegetação natural de importância nacional, com interesse de ordem faunística, traduzido na ocorrência de espécies ameaçadas e com estatuto de protecção, decidimos realizar esta marcha, bem no coração da “Terra Quente” a qual pensamos constituir uma agradável e inesquecível referência.

Os Caretos de Podence
Expedem o inverno e saúdam a Primavera. Para os caretos o Carnaval é um ritual entre o pagão e o religioso, tão natural como a passagem do tempo e a renovação das estações. Em Podence, concelho de Macedo de cavaleiros, todos os anos é assim. Chegado o mês de Fevereiro, os homens envergam os trajes coloridos (elaborados com colchas franjadas de lã ou linho, em teares caseiros). Escondem a cabeça entre duas máscaras de lata, prendem uma enfiada de chocalhos à cintura e com bandoleiras de campainhas, despendem toda a energia do mundo para assinalar o calor e os dias maiores que se prestem a chegar. Normalmente, contam com os favores do Sol, magnânimo para quem louva o seu reino com tanto fervor. Religioso também, pois assim se marca com os últimos suspiros da folia, o início da Quaresma. Período de calma, reflexão e contenção do calendário religioso. Dizem fontes que a festa de Podence se imerge no domínio dos tempos até às antigas Saturnais romanas – celebração em honra de Saturno, Deus das sementeiras. Procura-se acalmar a ira dos Céus e garantir favores de uma boa colheita. Nesses tempos idos da agricultura de subsistência, a diferença entre a vida e a morte quase se cingia à dimensão da lavra. E a dupla máscara acentua a relação, ao lembrar uma das duas importantes divindades romanas: Jano, Deus do passado e do futuro e também do presente, senhor dos portões de entrada, da guerra, da paz e dono de todos os princípios. O filho de Apolo, que um dia partilhou o trono com Saturno e conjuntamente civilizaram os habitantes de Itália, levando-os a tal prosperidade que ao reinado chamaram era de ouro. Geralmente é representado com duas caras por ser do passado e do futuro e principalmente, por ser símbolo do SOL, que aparece de manhã e se esconde à noite. Ainda hoje a agricultura é a principal actividade da população. Da terra se extraem cereais e castanhas, tendo aumentado substancialmente nos últimos anos, a produção de azeite. A aldeia de Podence parece ter força suficiente para manter a tradição e garantir a vida a estas figuras de homens endemoninhados armados de chocalhos e rédea solta para as tropelias. Embora, explicam os mais velhos, o tempo tenha acalmado as folganças de outrora e as moças da terra já não sintam tantas nódoas no corpo. Nos anos 70, esteve a tradição por perder-se, à conta dos últimos anos de ditadura e do fenómeno da emigração. Recuperada a tradição uma década mais tarde, quando alguma prosperidade fez respirar um pouco mais as gentes do interior, que coincidiu também com o regresso de alguns dos que tinham ido à aventura noutras paragens. Hoje, serão quarenta dezenas os homens com fatos de Careto e energia para invadir a praça na aldeia domingo e terça-feira de Entrudo. E o futuro está garantido porque há muitos Facanitos (crianças com fatos idênticos aos mais velhos) prontos a tomar o testemunho. Aos outros, aqueles que não podem envergar fatiota, abrem as adegas para consolar os folgazões. A imunidade conferida pela máscara, permite aos caretos mergulhar nos excessos, sendo as mulheres solteiras as vítimas preferências. Encostam-se a elas e ensaiam estranhas danças com conteúdo erótico, agitando a cintura e batendo com os chocalhos nas ancas das vítimas que, agitando bem o corpo acompanham a dança. A essa dança dá-se o nome de “chocalhar”. Entre o barulho festivo, a risota e o alarido lembram-se outros tempos em que as mulheres se escondiam em casa, pois os foliões iam muito para além dos chocalhos, lançando cinza e dejectos e fustigando as incautas com pele de coelho seco ou bexiga de porco fumada… Para não falar no banho de formigas, broma pesada e cruel com espécimes selvagens recolhidas nos campos durante meses. Também as casas eram invadidas, panela ao lume era panela condenada a verter o conteúdo para mal da barriga dos infelizes. Ao careto, mau diabo à solta pelas ruas de Podence, querem-no bem vivo em cada Fevereiro, mesmo que à conta disso não possam dormir descansadas as moçoilas da aldeia. Porém com a internacionalização dos últimos anos, tal parece impossível. Realmente desde as Jornadas de Cultural Popular da Academia de Coimbra em 1985, importantes para o reavivar da tradição, até aos dias de hoje, os Caretos transmontanos percorrem um lento caminho que os levou de Norte a Sul do país a figurar na Capa do CD da Brigada de Victor Jara e até ultrapassar fronteiras com actuações na Disneylandia de Paris, Carnaval de Nice e Carnaval em Itália Adaptados ou não aos tempos de mais brandos costumes, o Carnaval de Podence mantém o clima fantástico de antes. Sedutores e misteriosos, os Caretos guardam a magia dos tempos em que as histórias junto à lareira franqueavam a entrada em mundos de sonho. A eles tudo se permite; o anonimato dá-lhes prerrogativas: o poder.

Por dois dias no ano os homens são crianças…
...E quem mais brinca mais poder tem!Promoção de comportamentos de vida saudável e feliz
Adefacec2010

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

O Entrudo Transmontano - Podence 14.02.2010


Será mais um evento de montanha da Adefacec que, em parceria com os Restauradores da Granja, tentarão transmitir, num dia, os rituais e as emoções de um dos mais emblemáticos, tradicionais e seculares entrudos do nosso país. Falamos obviamente dos famosos Caretos de Podence. As paisagens deslumbrantes, enriquecidas pela imensidão da água da albufeira do Azibo, pincelam magicalmente a tela de uma arquitectada e encantadora região situada no coração do Nordeste Transmontano. Aliaremos a "arte" de caminhar, à nossa cultura. Juntaremos, ao pequeno esforço fisico da caminhada , o importante testemunho legado pelos nossos antepassados.


Amanhã, darei todas as informações e colocarei mais imagens sobre a actividade do próximo dia 14 de Fevereiro - O Entrudo Transmontano - Podence
Pôr-do-Sol Azibo/Podence

domingo, 31 de janeiro de 2010

Preços

Estadia no Hotel Miraserra de 18 para 19 de Fevereiro:

20€ /Pessoa -  Quarto triplo
23€/     "      -  Quarto duplo ou de casal
38€/     "      -  Single

Nestes preços está incluido o pequeno almoço.

O Hotel já se encontra completo.

As últimas reservas serao direcionadas para a Residencial Parque. Esta unidade foi indicada pelo proprietário do Hotel que a considera como uma boa Residencial.

Os preços sao os seguintes:

Quarto Triplo 45 Euros
Quarto Duplo 35 Euros 
Quarto Single 30 Euros

Nestes preços está incluido o pequeno almoço.



Todas as reservas deverão ser dirigidas à Adefacec.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

"Até ao Cume da Serra" A Reportagem Jan. 2010

 

e
Até ao Cume da Serra – Marão 23 Janeiro de 2010.
 
De Soutelo até às antenas do Marão, são 6,5 km de distância. Partindo da cota dos 665 metros (Soutelo) e subindo até aos 1420 metros (antenas do Marão), ou seja, em cerca de 6.5 km percorridos fazemos uma ascensão de 755 metros!
Depois dos últimos ajustes ao equipamento, e após as boas vindas da Adefacec a todos os presentes, demos início à actividade. Não fazia sol ou chuva, nem tão pouco frio. Manhã de Inverno bem cinzenta que contrastava com os coloridos equipamentos, que, aconchegando todo o corpo, realçavam o rosto alegre dos montanheiros. Contornámos um recuperado moinho de água que ladeava a ribeira que o alimenta. Pinheiros, giestas, carqueja, urze, tojo e alguns soutos são predominantes na paisagem. Água, muita água, que projectada a centenas de metros do alto da montanha, alegremente saltava, pura, cristalina e cândida, de pedra em pedra, opondo-se e sobressaindo ao cinzento da rocha e aos tons castanho escuro da vegetação. Póvoa da Serra, aldeia cravada em plena montanha, serviu, após uma breve pausa, para tirar agasalhos e retemperar forças. Prosseguimos a ascensão. A temperatura tornou-se progressivamente mais baixa. O trilho em certos locais transformou-se em verdadeiros ribeiros e os montanheiros, com destreza e apoiados nos seus bastões, tentaram esquivar as botas à água, fugindo para zonas onde a vegetação era mais densa. A cerca de 1200 metros de altitude o nevoeiro marcou a sua presença! Faltava pouco mais de 2,5 km para atingirmos o cume. O cansaço era visível no rosto dos montanheiros. O nevoeiro estava cada vez mais cerrado e a paisagem tornou-se numa miragem - o que foi pena! Derradeiro esforço para alguns, um teste aos seus limites para outros, mas, todos instigados por uma vontade incontrolável de chegar apoiados numa enorme coragem, atingiram os 1420 metros de altitude - o ponto mais alto da serra do Marão! Mesmo com denso nevoeiro, vento e muito frio, alguns fizeram questão de tirar das suas mochilas, a merenda e, entre "dentadas" e goles de água, usufruírem em pleno, de tão singular e mágico momento! Já em plena descida contemplámos, sem o indesejado nevoeiro, as escarpas rochosas e esplendorosamente belas da serra do Marão. Ao fundo, avistámos o casario das aldeias e algumas montanhas vizinhas. Enormes e encantadoras cachoeiras de água sobressaíam no meio da aridez da paisagem. Por entre um "pé de conversa", algumas passadas, um olhar e mais umas fotos, eis que, embora cansados fisicamente, chegámos bem mais felizes a Soutelo! Estávamos alegremente satisfeitos por termos conseguido ultrapassar, com distinção, todas as vicissitudes do percurso e usufruirmos, com a brisa da montanha, de um Sábado positivamente diferente!

 



Felizmente para os 105 montanheiros presentes em Soutelo, aquilo que previ, aconteceu! Não choveu durante toda actividade o que foi indiscutívelmente um merecido presente para todos.
O número de participantes nesta primeira actividade de 2010, excedeu as expectativas mais optimistas, já que nunca tivemos numa actividade com grau de dificuldade moderado/alto um número tão elevado de montanheiros.
Em 2008, fizemos na serra da Freita dois trilhos em simultâneo: o "trilho do carteiro" e o "trilho do ouro negro", ambos com início em Rio de Frades. Nesse evento, igualmente com grau de dificuldade moderado/alto foram 60 os participantes.

Este ano fizemos um calendário com actividades e graus de dificuldade mais diversificados. Pretendemos assim fazer chegar o Montanhismo a um maior número de pessoas. Penso que estamos no bom caminho...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O tempo para Sábado, dia 23 de Janeiro


A previsão metereológica é a seguinte:


Temperatura máxima: 10º

Temperatura mínima : 7º

Vento moderado.

Estado do tempo: Nuvens com algumas abertas.

Probabilidade de precipitação : 22%






















































Comentário: Com o que tem chovido o cenário até não é nada mau...

Esperemos que a probabilidade de precipitação ainda seja mais reduzida...

...e assim desenvolvermos toda a actividade sem um pingo de chuva.

Penso que será o que vai acontecer!







domingo, 10 de janeiro de 2010

1º Evento de 2010 "Até ao Cume da Serra"

A Natureza é o conjunto de todas as coisas,
A fonte da qual tudo brota,
O princípio essencial de todos os seres
O trilho

Localizado em plena serra do Marão, este trilho, circular e de dificuldade moderada/alta, inicíasse no local de Soutelo, freguesia de Fontes. Parte da freguesia, desde a capela de S.Pedro até Cristelo, constituiu um povoamento castrejo, tendo sido posterior e profundamente romanizada. Noutros tempos e no ancestral concelho de Penaguião, esta freguesia constituiu uma vigararia da apresentação do Comendador da Comenda e das honras locais de Malta. Pouco tempo passado sobre a fundação de Portugal, a freguesia recebeu forais de D. Sancho I em Agosto de 1202 e de D. Afonso III, em Julho de 1218. Este trilho, empedrado e secular, partindo de Soutelo, junto à igreja, orienta-nos por entre vegetação autóctene - urze, carqueja e tojo - até ao lugar de Póvoa da Serra. Continuamos numa longa ascenção em caminhos florestais por entre densos pinhais, avistando ravinas, escarpas de montanha e uma deslumbrante paisagem. Passado algum tempo atingimos o seu cume que a 1416 metros de altitude nos apresenta a ermida da Senhora da Serra do Marão, cuja romaria é conhecida por ser a mais alta de Portugal continental! Será a altura ideal para um merecido descanso aproveitando para nos deliciarmos com toda a beleza da encantadora panorâmica.Iniciamos a extensa descida sempre rodeados por uma paisagem de sonho. Avistamos lindas quedas de água, arquitectados vinhedos, deliniados voos picados de aves de rapina e aqui e ali o silêncio da montanha interrompido pelo harmonioso chilrear de pássaros. Pensamos que este será o evento que nos encherá o coração de emoções, dando-nos alento para iniciarmos mais um ano de promissoras caminhadas da Adefacec, redescobrindo em cada evento um local, uma palavra e um olhar diferente!

Designação: Até ao Cume da Serra
Dia, hora de início e local: 23.01.2010; 10:00 - Soutelo
Coordenadas: 41º 15" 30 N 7º 50" 35W
Distância a percorrer: 13 Km
Dificuldade: Média/Alta
Declives algo acentuados
Hora e local de Encontro:07:45 Efacec (parque C)
Hora do início da Actividade: 10:00

Data limite das inscrições:
20.01.2010

Taxa de Inscrição:Sócios: 5 €
N/sócios: 10 €
A Taxa Inclui:
-Transporte
- Enquadramento técnico e logístico
- Lembrança.

Telf: 229562433;917449907;917159204

O Marão
A serra do Marão é a sexta maior elevação de Portugal Continental, com 1420 m de altitude e 689 m de proeminência topográfica. Situa-se na região de transição do Douro Litoral para o Alto Douro. No ponto mais alto encontra-se o vértice geodésico do Marão e o Observatório Astronómico do Marão.A sua inércia confere ao clima do interior transmontano um carácter mais continental. Apresenta uma boa mancha vegetal, embora sejam frequentes os incêndios de Verão, essencialmente constituída por pinheiros. A vinha é a cultura dominante nas zonas habitadas das suas encostas meridionais.Geologicamente é composta ou por largas manchas xistosas ou graníticas, existindo na zona da localidade de Campanhó uma pequena bolsa calcária, que é explorada para fins agrícolas (para correcção da acidez dos solos).Ao longo da serra encontram-se diversas instalações abandonadas da exploração de minas de volfrâmio que tiveram o seu auge nos tempos da Segunda Guerra Mundial.Grandioso obstáculo natural, atrasou de forma significativa o progresso do Interior Transmontano até ao século XIX. Contornado-o pelo Sul, a Linha do Douro afigurou-se a via mais rápida para ultrapassar o Marão desde a década de 1880, para onde convergiram outras vias-férreas paralelas ao Marão, garantindo um fluxo de passageiros e mercadorias contínuo. Com a chegada da EN15, a situação pouco mudou, dadas as características de estrada de montanha sinuosa que esta representa ainda hoje. O IP4 foi a primeira rodovia a marcar de forma visível uma mudança no acesso entre Trás-os-Montes e o Litoral, mas devido ao seu traçado, ainda hoje o Marão constitui um perigoso ponto de passagem, somando acidentes entre Amarante e Vila Real. Aguardemos pela auto-estrada!
FB
Promoção e comportamentos de vida saudável e feliz!
Adefacec2010