segunda-feira, 29 de maio de 2017

Fórnea - Alcaria - As fotos

Fórnea
Localizando-se no Polje de Alvados, a Fórnea é uma extensa depressão com o fundo aplanado envolto por vertentes íngremes e por ribeiras temporárias e afluentes do rio Lena, do rio Cabrão e do ribeiro da Fórnea. Estes três cursos de água juntam-se e formam o rio Alcaide.

Anfiteatro natural - a Fórnea -  com cerca de um quilómetro de diâmetro, foi escavado nos calcários margosos e calcários do Jurássico inferior e médio, sendo, por isso, um lugar rico em fósseis.
 
Estas nascentes temporárias, que são consideradas responsáveis pela formação da Fórnea, através do processo de erosão regressiva, provocaram o recuo das cabeceiras das linhas de água.
Foi precisamente este processo que permitiu que, nos dias de hoje, a encosta da Fórnea tenha um relevo tão acentuado.
 
Sensivelmente a meio da encosta, é possível visitar uma das suas nascentes mais elevadas - Cova da Velha - onde a água jorra do interior da sua gruta.
A gruta da Cova da Velha, visitável na sua parte inicial, tem uma galeria com cerca de 500 metros de extensão que se estende ao longo da falha onde se encontram vários lagos e sifões.
 
E foi, num cenário verdadeiramente surpreendente, talhado ao longo de milénios pela Mãe Natureza que podemos desfrutar de mais um Sábado positivamente diferente.
 
Nesta atividade, destaco a surpresa paisagística onde sobressai a mágica sedução de um anatómico teatro natural, a abundante e diversificada flora, a vertiginosa descida sobre um retalhado tapete calcário e sobretudo a contagiante coragem de todos os participantes!  
 
Este evento da Adefacec, constituiu, para todos os participantes, um misto de esforço, partilha, convívio, algum suor, mas sobretudo muita alegria estampada no rosto de cada um, mesmo que para isso fosse necessário deslocar uma ou outra pedra ou esboçar um singular, aparatoso e assustador esbardalhanço!!!
 
Algumas fotos para mais tarde recordar...
 
 para ampliar clica p.f. na foto
 

















































































































































































 
Promoção de Comportamentos Dignos para uma Vida Saudável e Feliz.
Adefacec2017
           

quarta-feira, 3 de maio de 2017

 
 

 
 


Local e hora: Alcaria - 10:00h
Data: 27-05-2017
Tipo de Percurso: caminhos tradicionais e de pedra solta.
Motivos de interesse: património arqueológico, geológico e paisagístico.
Distância a percorrer: cerca de 12Km

Nível de dificuldade: médio/baixo

Desníveis: moderadamente acentuados.

Hora e local da Partida: 07:00h – Parque C da Efacec 

O PNSAC (Parque Natural da Serra Aires e Candeeiros) tem uma dinâmica muito diferente de outras regiões do país. Possuí um dos maiores reservatórios de água doce do nosso país, no subsolo, no entanto, os cursos de água à superfície são sazonais. Quando chove muito estes brotam á superfície em exsurgências com um elevado caudal, criando até lagos nas zonas mais baixas como no vale de Alvados.

Fórnea

O anfiteatro natural da Fórnea tem cerca de 500m de diâmetro e 250 de desnível. Corresponde a um recuo pronunciado em forma de anfiteatro de uma zona baixa para dentro de um planalto calcário. Terá sido originada pela água da chuva e pelas exsurgências temporárias dispostas de forma semicircular. Sensivelmente a meio existe a Cova da Velha, uma pequena gruta de onde quando chove muito brota água que vai alimentar várias cascatas no percurso.
A acção da água nas rochas calcárias é a principal responsável pela paisagem, marcada por formas de relevo características, como escarpas e afloramentos rochosos. De entre essas formas destacam-se, ainda, os campos de lapiaz e as dolinas. A nível subterrâneo provocou a formação de grutas com sistemas de galerias, salas e poços.
No coberto vegetal destacam-se o carvalho cerquinho, o carvalho negral e vegetação espontânea tais como o carrasco, o alecrim e o pilriteiro.
A existência de um grande número de habitats permite a existência de uma riqueza faunística que se divide entre mamíferos, répteis, anfíbios e aves, das quais são conhecidas mais de cem espécies de aves que aqui permanecem, tais como o bufo-real, a gralha-de-bico-vermelho, a aguia-cobreira e cerca de dez espécies de morcegos cavernícolas.

Chousos e Maroiços

Para a agricultura ser possível foi necessário retirar a grande quantidade de pedra solta que cobria os terrenos. Ao longo dos séculos esta foi sendo retirada e aproveitada para a elevação de muros de pedra solta que delimitam as propriedades e são hoje uma das características destas serras. São os chamados “chousos”. Quando a pedra é muita, são erguidos “maroiços”, montes de pedra solta.



Este evento promete!!! 


Inscrição:
7 caminhadas Sócios
14 caminhadas N/ Sócios.
5 caminhadas S/transporte

Inscrição Inclui:
Transporte;
lembrança;
Enquadramento técnico e logístico.


secretariaAdefacec@efacec.com ou www.loja.adefacec.pt

Anulações
Sem aviso: Em caso de desistência sem aviso prévio, será cobrada uma sobretaxa de 50% sobre o valor da inscrição.
Com aviso: terá de ter uma antecedência mínima de 24h relativamente ao ínício da actividade
 
Data Limite das Inscrições: 24 de Maio de 2017

Inscrições limitadas.






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